Cori

Segmento: Healthtech
Desafios: Operação Remota de Equipamentos de Exame de Imagem
Tecnologia: Central de Operações Radiológicas Inteligentes

Site: https://cori.med.br/
Telefone:
(11) 45564670; (11) 941183220
E-mail:
valdir.zanderigo@cori.med.br
Rede social:
Linkedin
Endereço:
Av. Washington Luís, 6675 – Santo Amaro, sala 304

Somos a Central de Operações Radiológicas Inteligentes (CORI), excelência em tele operação, por meio de serviços de operações remota. Atuamos também na capacitação e formação de profissionais para a aplicação de equipamentos à distância. Com a mais inovadora tecnologia robótica, contamos com uma equipe de application altamente treinada para operar equipamentos de diferentes marcas, em todo o Brasil, 24 horas por dia, com essa junção de fatores, conseguimos entregar uma redução significativa na fila de espera para a realização dos exames de Ressonância Magnética e Tomografia Computadorizada, colaborando com a resolução de um problema de saúde público.

Cientes do nosso compromisso em oferecer o melhor e mais tecnológico serviço em telesaúde, proporcionamos a satisfação plena do paciente, minimizando seu tempo de exposição ao equipamento, visando maior bem-estar e resultados diagnósticos mais assertivos.

Valdir Zanderigo: Formação em Biomedicina, em 1991. Comecei a trajetória na área de operação de equipamentos, seguindo para a aplicação junto a Siemens. Após isso iniciei minha carreira no empreendedorismo, sendo sócio de uma clínica. Estive a frente do desenvolvimento do sistema de operação remota para os equipamentos de radiologia médica, desenvolvimento esse, que já tem uma trajetória aproximadamente de 9 anos. Hoje conectamos com experiência cerca de 210 equipamentos em todo o território nacional.

“Minha motivação de empreender na área de saúde é colaborar com a resolução de um problema crônico que passamos no Brasil, na qual a muito tempo vemos esse cenário, levando uma operação com a finalidade de melhor entrega ao paciente.” Valdir Zanderigo

 

Temos uma junção de um hardware com alta tecnologia, aliado com o desenvolvimento do software sendo um meio para a entrega do serviço de qualidade em operação remota.

Solução pretende resolver: Ter uma mão de obra qualificada na realização de exames de Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética, em qualquer lugar do Brasil, colaborando para a resolução de um problema de saúde público.

Área atendida: Saúde

Público-alvo da solução: Hospitais e clínicas com serviço de radiologia, públicos ou privados.

Benefícios da solução: Entregar um menor índice de reconvocação com um menor tempo de aquisição de imagens, através de ajustes finos em protocolos, proporcionando um aumento de qualidade e menor exposição do paciente.

Custo estimado da solução: R$ 12.000,00 por equipamento

A Jornada Digital do Paciente teve como objetivo facilitar a interação do paciente com a área de Diagnóstico por Imagem do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), digitalizando o contato entre ambos. Com isso, busca-se desenvolver uma experiência humanizada e centrada nas necessidades do paciente, aumentando a eficiência de processos e gerando economia dos recursos públicos.

A Chamada Pública CCTI/DE nº 5/2020, que apresentou o seguinte desafio do Governo do Estado de São Paulo: “Como podemos operar remotamente os equipamentos de ressonância magnética e tomografia computadorizada sem afetar a qualidade dos exames?”, buscando soluções inovadoras que possibilitem operar remotamente os equipamentos de Ressonância Magnética e/ou Tomografia Computadorizada de diferentes fabricantes, de forma eficaz e de rápida implementação para auxiliar a realização desses exames.

O objetivo do projeto-piloto foi validar a tecnologia de operação remota dos equipamentos de tomografia computadorizada e ressonância magnética de qualquer fabricante e qualquer modelo, e identificar eventuais déficits operacionais e proporcionar melhorias no processo. Com isso, espera-se um aumento de produtividade, aumento da qualidade, diminuir turnover e diminuir a possibilidade de contaminação de doenças como a Covid 19, e o mais importante, colaborar com o Inrad para oferecer à população um rápido atendimento, exames de qualidade e com diagnósticos precisos.

Atualmente, todo o complexo do HC possui 381 equipamentos de imagem distribuídos em seus 9 (nove) institutos. Juntos, todos esses equipamentos realizaram, em 2019, 1.121.000 exames, com uma média de mais de 93 mil exames mensais, havendo pouca mão-de-obra disponível para operar os equipamentos. Se um funcionário faltar ao trabalho, há dificuldade para realocar outro colaborador, podendo acarretar em atrasos ou remarcação de exames para o paciente.

Além disso, durante os procedimentos de preparo e realização de exames, muitos funcionários ficam expostos a diversos riscos, o que aumenta a chance de transmissão de doenças como a COVID-19. Adicionalmente, o parque do HC possui uma variedade de equipamentos de diversos fabricantes, o que torna ainda mais desafiador o processo de tornar remota a operação desses equipamentos.

Para o projeto, uma das empresas selecionadas foi a empresa Holon Group – CORI, que realizou o projeto em dois consoles, sendo: RM (Marca GE Modelo Signa HDXT) e um CT (Marca Philips Modelo Brilliance 64), ambos os equipamentos alocados dentro do Instituto de Radiologia (InRad) no Instituto Central do Hospital das Clínicas.

Foi realizada a capacitação das equipes envolvidas: Enfermagem, Biomédicos e técnicos envolvidos no processo de atendimento do paciente e realização dos exames, com estimativa de escalabilidade do projeto para uma abrangência nacional. 

A solução já está em atuação no mercado privado com 200 equipamentos em operação, e neste projeto-piloto, teve o objetivo de validar a instalação dos equipamentos e o processo de operação remota de um operador manuseando 2 equipamentos simultaneamente para o Hospital das Clínicas.

Deste modo, era esperado: 

  • Otimizar o número de operadores e diminuição de custos de operação;
  • Padronização dos processos de atendimentos e dos protocolos de realização de exames;
  • Diminuição de risco biológico (exposição a diversas enfermidades dos pacientes) e físico (com a exposição à radiação) aos operadores tirando eles de exposição de áreas de risco de operação.

A solução apresentada pela empresa, denominada “Central de Operações Remotas Inteligentes” permite a redução da exposição às contaminações por parte dos profissionais envolvidos na operação de tomo e RM. Reduz também a reconvocação de pacientes, na medida em que na falta de algum funcionário ou na falta de experiência do operador, outro funcionário pode intervir.

Através de equipamentos de última geração, a CORI realiza a operação remota de qualquer fabricante de tomografia e ressonância, realizando a validação através de prova de conceito / piloto entre os meses de janeiro/2021 a junho/2021. O resultado da competição referente a esta chamada pública foi publicado no DOE do dia 23/12/2020 e a PoC foi finalizada no dia 18/06/2021. 

A solução da empresa CORI teve resultado de avaliação superior ao das outras empresas participantes do Programa de Inovação em Governo, de acordo com os critérios de avaliação definidos no relatório final de atividades. Neste sentido, a equipe técnica e clínica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP recomendou a empresa para o seguimento para a próxima fase do projeto via IdeiaGov, qual seja, tramitação e assinatura de acordo de pesquisa, desenvolvimento e inovação PD&I. 

Operação simultânea de quatro equipamentos de Ressonância Magnética no complexo do InRad (SP – Capital)

Proposta técnica: Para esta operação utilizamos software de comunicação que será instalado no computador de apoio, normalmente utilizado pelo operador para checar a agenda ou informações do paciente. Com este software, a enfermagem pode se comunicar com o operador via chat ou através do sistema de áudio, importante dizer, este mesmo sistema de chat pode ser replicado para o computador do médico para alguma observação.

Abaixo o mínimo necessário para instalação do nosso software de comunicação:

  • Especificação de Hardware:
  • Processador: Intel Core i3 mínimo;
  • Memória: 4GB mínima;
  • Monitor: sem restrição de tamanho.

O próximo item para a realização da operação remota é o KVM, ele pode variar de modelo conforme o equipamento do cliente, alguns equipamentos de tomografia trabalham com dois monitores, isso implica em um modelo diferente de Kvm, lembrando, isso é algo que nós apuramos durante a visita técnica. Uma vez definido o modelo, ele será instalado próximo a CPU do equipamento de TC/RM, para efeito de dimensões, ele lembra um equipamento de DVD. Para um bom funcionamento deste, vamos precisar de um ponto de energia 127V ou 220V estabilizada com nobreak e um ponto de rede.

O próximo item para a operação remota é o Robô, fabricado conforme cada intercom do fabricante, este nos permite a comunicação com o paciente e algumas funções de disparos do equipamento. O robô fica instalado na mesa de operação, acoplado ao intercom do equipamento. Para um bom funcionamento, vamos precisar de energia 127V ou 220V estabilizada com nobreak e um ponto de rede.

Por último a Câmera, que será instalada na parede com a visão da mesa de operação e do paciente, para um bom funcionamento vamos precisar de ponto de energia 127V ou 220V estabilizada e um ponto de rede. Lembrando que todos estes hardwares softwares serão fornecidos pela CORI. O bom funcionamento destes itens requer links de acesso de no mínimo 15Mb por equipamento (latência máxima 40 ms). O bom funcionamento destes itens requer redundância de links de acesso de no mínimo 8Mb por equipamento.

Reportagem da Record, relacionada à redução do índice de mortalidade em UTIs COVID-19. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=KQsHB2a3K20 

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